QUANDO A PREFEITURA NÃO SE FAZ RESPEITAR
Leia bem essa informação pintada em uma parede da Rua Tupinambás, no bairro de Santo Amaro, na região central do Recife. Pois bem, leu?? Agora preste atenção nas imagens abaixo e confira a situação da calçada diante do muro que contém a advertência...
A via basicamente é residencial (E de classe média alta - Pra quem gosta de dizer que os mais humildes são desleixados), apesar do grande fluxo de veículos no local. Provavelmente, o lixo presente nas imagens deve ter sido depositado pelos moradores da região. Mas a pergunta que não quer calar é: Não há uma fiscalização da Prefeitura??
Óbvio que se não existe um cuidado dos órgãos públicos, educação por parte das pessoas é que não vai "rolar" mesmo. Pelo jeito, é muito difícil guardar o lixo no quintal e só colocar para fora quando o caminhão de recolhimento passar!! (Talvez seja preciso um curso na França para aprender tais modos).
ÁRVORE DE CACHAÇA
A imagem inusitada foi feita na Rua da Alegria, no centro do Recife, e mostra uma árvore totalmente enfeitada com latinhas de cachaça. Parece uma árvore de Natal para "Papudinhos" (Forma "carinhosa" de chamar os bêbados na região). O espaço, que fica em uma praça, recebeu o nome de "Pau P...", em alusão ao Pau-Brasil e a marca da cachaça que ornamenta a árvore. Difícil não chamar a atenção!!
UM POUQUINHO DE HISTÓRIA...
Ver um orelhão na rua é uma coisa tão obsoleta nos tempos atuais que quando a gente encontra um é impossível não se surpreender. Esse equipamento das imagens abaixo foi encontrado no bairro de Casa Forte, na zona norte do Recife. O triste é que a maioria nem funciona mais, são apenas objetos decorativos expostos nas ruas.
Mas você conhece a história da ferramenta?? Prestes a completar 50 anos de sua criação, o orelhão foi projetado pela arquiteta brasileira Chu Ming Silveira e teve seus primeiros protótipos datados de 1971. Antes pequenos e feitos em acrílico, os primeiros dispositivos foram instalados na sede da Companha Telefônica Brasileira, em São Paulo. Em janeiro do ano seguinte, foi para as ruas, inicialmente no Rio de Janeiro.
Para fazer ligações, era necessário comprar fichas, que eram adquiridas em bares, lojas e nas sedes das empresas que gerenciavam a telefonia. A partir de 1992, os cartões telefônicos começaram a ser implantados. Com a popularização dos telefones fixos e da telefonia móvel, os dispositivos foram deixados de lado. Quer conhecer mais histórias do orelhão? Confira esse site bem interessante: http://www.orelhao.arq.br/.
Fotos: George Luiz / G News Blog








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