“Filho, toma esse remédio para você não adoecer”. Eis uma frase que muitos de nós, alguma vez, já ouviu da mãe. Quando o remédio é ruim agente finge que toma, ou até toma mesmo sem gostar, pra agradar a quem se preocupa conosco. Se você adoece e lembra que não tomou aquele remédio, terá uma nova chance de, na próxima vez, fazer direitinho como “mamãezinha” falou. O mesmo exemplo não se aplica da mesma forma quando o assunto é um acidente de moto. Talvez a segunda chance nem exista. Um jovem, conhecido da minha irmã, sofreu um acidente e perdeu a vida. Um equipamento foi o causador de toda a desgraça: O CAPACETE. Como é muito comum nos pequenos bairros, jovens se exibem, como verdadeiros heróis, pelo fato de driblarem as leis, que proíbem o motoqueiro de guiar sua máquina sem o uso da proteção. O garoto em questão colocou a namorada na garupa e lá se foram. No meio do caminho havia uma blitz e ele estava sem capacete, alias, os dois estavam, o que ele fez? Bateu em disparada e passou a todo vapor pelos agentes, que obviamente, foram atrás. Mais à frente, o garoto perdeu o controle e os dois caíram: Ele morreu na hora, após bater com a cabeça no meio fio, ela se feriu e foi levada para o hospital. Repare que se o jovem usasse o equipamento corretamente, nada disso teria acontecido.
vítima que vinha na garupa sofreu ferimentos gravesFotos: reprodução
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